السبت، 22 مايو، 2010

EXEMPLO A SER SEGUIDO...

EXEMPLO A SER SEGUIDO...
... QUE OS PÁIS QUE NÃO SABEM EDUCAR SEUS FILHOS SEJAM PENALIZADOS FINANCEIRAMENTE...

A função do professor em nosso país, inclusive e especialmente no Estado de São Paulo, é das mais ingratas, sofridas e perigosas. O respeito pelo mestre, que no passado era uma grata realidade, hoje inexiste. Professores, sobretudo as mulheres, estão permanentemente expostos, sendo moral e fisicamente agredidos.

Uma simples reprovação revolta o aluno ( ou a aluna ) que apela para a força física para intimidar o mestre e conseguir a aprovação imerecida. Os filhos se queixam aos pais e eles tiram satisfação com o professor, de forma violenta e insultuosa. Postura equivocada, é claro, pois é elementar que a educação deve começar em casa. Independentemente de condição social, tanto os mais quanto os menos favorecidos, os adolescentes se comportam de forma incivilizada, depredando instalações, moveis e equipamentos dos colégios. Em alguns casos as diretorias se limitam a advertir o infrator, transferindo-o para outra classe, onde novos incidentes ocorrerão.

EXEMPLO A SER SEGUIDO...

“ Em Belo Horizonte um estudante da 7ª. série de um colégio particular foi condenado a pagar uma indenização de R$ 8.000,00 pela prática de “bullying” – agressões psicológicas e físicas, intencionais e repetidas contra uma colega de sala. Em decisão publicada em 19 deste mês, o juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª. Vara Cível, julgou razoável o valor da indenização,etc.,etc..etc. “ (Estadão-A-25-20.05.10)

Entendemos que novas leis devem ser votadas, em benefício da segurança e da tranquilidade dos professores e funcionários, da preservação do patrimônio dos colégios e, ainda, da otimização da produtividade e redução dos custos-repetência.

Mas que não seja apenas mais uma lei. Será necessário que as multas sejam elevadas, porque os baixos valores, ao invés de coibirem, estimulam a infração. Se a obrigatoriedade do cinto de segurança; se a proibição do tabagismo e do alcoolismo; não gerassem multas pesadas, a legislação seria inócua. Estamos convencidos de que os resultados seriam muito mais eficazes que o que se espera da fiscalização e da doutrinação.

Vale a pena tentar, srs. Governadores, srs. Prefeitos, autoridades da Educação, assim como diretores do CPP e da APEOESP, aos quais estamos apresentando esta sugestão.

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