السبت، 30 يوليو، 2011

MOEDA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL !...

AINDA HÁ QUEM PENSE...
... em moeda única para a América do Sul

Devemos estar felizes porque, ao que parece, abortou a idéia de uma moeda única para os países de nosso continente. Talvez pelo desejo quase genético que o brasileiro tem de imitar, possivelmente influenciado pela “performance” do euro, geralmente mais valorizado que o dólar norte-americano, ou até mesmo, por convicção de alguns “experts” da área econômica, o fato é que o assunto chegou a ser discutido.

Dizemos felizmente porque se no velho continente, com maior vivência das experiências financeiras, a situação se tornou caótica, o que aconteceria conosco, onde nossos parceiros seriam a Venezuela, com o ditador Chavez e seu simulacro de democracia; a Bolívia, com o autoritário Morales e o episodio do gás; a Argentina, com seus Kirchner (marido e mulher) e suas exigências frequentes, como as do Cavallo, por exemplo, o Paraguai, com suas exigências sobre Itaipú ?

Se nem os acordos do Mercosul são integralmente cumpridos ... Com esses parceiros teríamos não apenas uma Grécia e uma Irlanda, mas várias. Os zigue-zagues políticos, econômicos e sociais, sem a certeza da vigência de uma plena democracia, faria com que, quase por osmose, assimilássemos o “vírus” desses países. Como, agora, a União Européia ( o velho sonho de Churchill ) , preocupada ainda com a situação de mais dois de seus membros, Espanha e Portugal. E ainda bem que a Turquia, país apenas minoritariamente europeu, não chegou a ser admitido na EU.

E como principal economia da América do Sul, acabaria o Brasil tendo que absorver eventuais desequilíbrios de seus parceiros, uma espécie de “casamento com união universal de bens” onde o cônjuge Brasil arcaria com os maiores riscos. Não pretendamos ter a hegemonia dentre nossos vizinhos, pois o preço a ser pago é demasiado oneroso. Haja vista a situação atual dos Estados Unidos, que enfrenta um grau de endividamento que poderá levar o país ao grupo dos caloteiros.

Reconheçamos que o presidente Obama recebeu o país em situação das mais lamentáveis, com grandes tropas ainda atuando no exterior, não recebendo do Partido Republicano o apoio que lhe seria devido, isto porque a quase totalidade dos problemas que enfrenta são originários da desastrada atuação de um de seus membros mais importantes, o Presidente George Busch. E, por conta da globalização, todos os demais países pagarão a conta se os Estados Unidos chegarem ao calote.

Em relação à moeda única, vale aqui lembrarmos uma expressão de Getúlio Vargas :- “Vamos deixar como está para ver como fica.”

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