الخميس، 5 أغسطس، 2010

ENTENDAMOS MELHOR AS CIAS. AÉREAS - Atrasos de vôos são justificáveis, pois podem ser o "menos Máu"...

“ Anac anula pelo menos R$ 1 milhão em multas dadas a empresas no caos aéreo “ (Estadão-C-1-05.08.10)


Recomendável que não se estimule um clima de fricção entre os passageiros e as empresas de aviação, e que as multas sejam aplicadas, com absoluta justiça, para que não tenham que ser canceladas posteriormente, o que também implica em custo, além da desnecessária guerra de nervos entre passageiros, companhias aéreas e Anac.

Os motivos mencionados -- atrasos de vôos, perda de conexão e desvio de bagagens -- conquanto importantes, serão evitáveis, desde que se reestruturem os setores em terra, sobretudo os relacionados com a manutenção preditiva das aeronaves, intensificando-se e otimizando o treinamento do pessoal, que terá que estar totalmente preparado para eventualidades.

Quando se fala em atrasos de vôos, necessário que se entenda que podem resultar de causas técnicas na própria aeronave, o que não tem necessariamente que ser informado ao passageiro, o que geraria pânico desnecessário, posto que a decolagem só ocorrerá quando o eventual problema for superado. E tudo assim funcionará em beneficio da segurança do vôo e da vida dos passageiros. Sendo a manutenção preditiva rigorosamente praticada, obviamente esses atrasos se tornarão menos freqüentes.

Necessário que os passageiros, através de mensagens nos bilhetes aéreos ( ou de outra forma ) sejam doutrinados para compreenderem a delicadeza das eventualidades, entendendo que sua vida e sua integridade física estão sendo protegidas. Compreenda-se que o transporte aéreo está sujeito a condições as mais diversas, metereológicas e climáticas. Vale lembrar que a aeronave está sendo conduzida por profissional qualificado e responsável, cuja vida também correria risco, não por um simples motorista .

Há que se considerar, ainda, o aspecto econômico dessas multas. Todos nós sabemos que a concorrência é grande entre as empresas aéreas. Os custos são altíssimos, tanto que não são poucos os casos de insolvência de tais empresas, não só no Brasil, mas em outros países. Necessário, portanto, que os órgãos fiscalizadores -- a Anac, por exemplo –vejam essas empresas como parceiras, colaborando para sua eficiência, ao invés de castigá-las com pesadas multas, que poderão resultar na falta de recursos para a satisfação de suas necessidades básicas, manutenção, em especial. Meditem, portanto – Anac, Infraero, Aeronáutica.

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